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Transporte escola, na zona rural, segue gerando reclamações.

As alterações promovidas pela Prefeitura de Avaré no transporte escolar dos moradores da zona rural continuam gerando reclamação. Na segunda-feira (6) a Tribuna Livre da Câmara, momento em que o cidadão pode falar sobre um assunto determinado, Claudinei Aparecido Dionísio relatou o descontentamento e revolta dos pais.

Morador da fazenda Palmeiras, Dionísio contou que o ônibus que levava sua filha para a escola mudou de horário. Agora passando as 5h20 da manhã, o trabalhador diz que a menina, de quatro anos, tem que acordar às 4 horas.

“A criança já acorda desmotivada. Quando eu chego cedo para deixar ela vejo as crianças encostadas nas madeiras e nos carros, praticamente dormindo em pé”, afirmou.

Dionísio relatou que há duas semanas não tem mandado a filha para a escola. “Outros pais estão mandando porque não tem com quem deixar. Enquanto não resolver essa situação ela não vai. Já avisei na escola”, prosseguiu.

O morador rural conta que somente em seu local de trabalho são 13 crianças utilizando o transporte escolar todas as manhãs.

Procurando uma solução para o problema, ele foi até a Secretaria da Educação e falou com o chefe do setor, mas nada adiantou.

“O que disseram era que é a mudança foi por corte de gastos e horas extras. Tudo isso para sacrificar 13 crianças”, protestou.

Morando há cinco anos no local, o trabalhador afirmou que pessoas que estão há mais tempo utilizando o serviço não tinham reclamações.

“Eu não acho justo, um negócio que funcionava tão direitinho, de uma hora para outra, sem avisar ninguém, pois quem avisou foi o motorista, ficar desse jeito. Os pais estão revoltados”, disse na tribuna do legislativo.  

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